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domingo, 28 de outubro de 2012
cores
Fernando Forte e Rodrigo Ferraz - Últimas
Qual é a diferença entre os vários tipos de tinta? Como saber quando usar cada uma?
Casa tipo de tinta serve para uma determinada aplicação e é importante fazer a especificação correta para obter um bom resultadoO mercado oferece uma infinidade de tipos de tintas, massas e outros produtos para aplicação em revestimenos interno e externos. As possibilidades e variações podem ser desconcertantes para o consumidor final, deixando muitas dúvidas na hora de realizar a compra desses produtos.
Por conta dessa grande variedade de opções, é importante que a pessoa que está realizando uma obra saiba algumas diferenças básicas entre os grandes grupos de tintas. Tenha em mente que não existe uma tinta para todas as superfícies e usos. A escolha do produto adequado para cada superfície e local é essencial para um bom acabamento e durabilidade de sua pintura.
A seguir iremos comentar brevemente os grandes grupos de tintas e suas principais aplicações para que fique mais claro como a diferenciação entre os produtos ocorre.
Látex PVA
O látex é talvez a tinta mais comumente encontrada atualmente, nos interiores das residências, e certamente você já ouviu falar a respeito.O PVA vem do nome da substância usada atualmente para fabricar a tinta látex, o Acetato de Polivinila. O látex tem uma base solúvel em água e, por isso, facilita muito a vida do pintor, que pode preparar seus pincéis e rolos apenas com água. Além disso, caso a tinta espirre em algum outro revestimento, basta lavar com água.
O acabamento em látex PVA é adequado para a parte interna das residências, que podem ser limpas apenas com um pano úmido. O acabamento desse tipo de tinta é muito bom, assim como seu recobrimento da camada anterior de pintura (se ela existir). Seca rapidamente, e o odor típico de pintura é mínimo.
Porém, o produto não é adequado para áreas molhadas ou que possam receber chuva, e para recobrimentos de acabamento em alto brilho, como um corrimão, por exemplo; as superfícies pintadas com látex PVA também são mais difíceis de limpar.
Tinta acrílica
A tinta acrílica, de forma geral, tem aspecto muito similar ao do látex, também é solúvel em água e seca rapidamente. A diferença é que sua fórmula contém resinas acrílicas, o que proporciona ao produto alta impermeabilidade uma vez aplicado, tornando-o especialmente eficaz para pinturas externas.Essa impermeabilidade também torna a tinta acrílica interessante para uso em áreas molhadas da casa, como na cozinha e lavabo. As tintas acrílicas podem ser lavadas, ao contrário do látex, que deve ser limpo apenas com pano úmido.
O acabamento tende a ser mais brilhante que o do látex, ainda que exista a versão fosca: portanto, preste atenção ao comprar para garantir o tipo de acabamento final que deseja. Outro fator importante é o custo. A tinta acrílica tenderá a ser mais cara que a látex, então cuidado com a especificação.
Tinta esmalte
O esmalte, ao contrário dos exemplos anteriores é um tipo de tinta que não é solúvel em água, visto que possui o que é chamado de “base a óleo”, material que compunha sua fórmula antigamente. Atualmente são outros produtos sintéticos que compõem a base mais comum para esse tipo de acabamento.As tintas esmalte são especialmente boas para a utilização em superfícies de ferro ou madeira. Assim, janelas de ferro, corrimãos e estruturas metálicas leves terão um acabamento melhor e mais durável se pintados com tinta esmalte. E embora a madeira possa receber vários tipos de acabamentos, portas feitas desse material são tradicionalmente pintadas com esmalte por conta do alto nível de manuseio, visto que o esmalte permite a lavagem dessa superfície com mais facilidade.
O acabamento de esmalte é bastante peculiar e as pessoas geralmente percebem quando ele foi utilizado. Possui alto brilho, embora exista a versão fosca. Seu acabamento dá sensação de uma película formada sobre a superfície e, por isso mesmo, não é muito adequada para o uso direto na parede, porque dependendo da aplicação podem surgir bolhas ou descascamento. O custo dessa tinta é mais alto do que o das outras, por conta de seu uso mais espcífico, e em menores superfícies. A embalagem mais comum é o galão (que contém 3,8 litros do material), enquanto as outras podem ser facilmente encontradas em latas (existem latas com até 18 litros de tinta, e as pequenas, com 900 ml).
Tintas epóxi e poliuretano
As tintas epóxi e de poliuretano são sintéticas e não solúveis em água, e têm usos mais específicos, como, por exemplo, a pintura de caixas d’água. Existem ainda fórmulas para aplicação em pisos, mas dependem de mão de obra altamente especializada.Essas tintas, que são geralmente diluídas em solvente específico e possuem catalizadores para auxiliar no processo de pintura, devem ser aplicadas sempre por mão de obra que conheça o material e os processos, para evitar que se formem bolhas, ocorra descolamento da camada de tinta ou simplesmente mau acabamento.
Como são tintas específicas para aplicação em áreas molhadas e até inundadas, como piscinas e caixas d’água, podem ser uma excelente possibilidade para banheiros, boxes, cozinhas e áreas dessa natureza, desde que harmonizadas corretamente com os outros revestimentos. Vale a pena conferir os tipos de acabamentos possíveis para fugir do revestimento cerâmico convencional de locais muito úmidos.
Além dos grupos citados acima, existem muitos outros tipos de tinta. Há as feitas com cal, e produtos de efeito, como as tintas magnetizadas, do tipo lousa e para piso; existem também as massas e texturas de muitas naturezas diferentes. E não se pode deixar de mencionar os vernizes e fundos preparadores específicos para superficies diversas (como para galvanizados ou gesso, por exemplo).
Dependendo do que se quer pintar é necessária a aplicação de vários produtos. Quando isso acontece, chamamos o processo de pintura de um “sistema”, e não simplesmente uma pintura simples como nos exemplos acima. Se você pretende realizar uma pintura em uma superfície que pareça mais complexa, sugerimos que procure um pintor muito experiente para aconselhar qual sistema é o mais adequado.
Fernando Forte e Rodrigo Marcondes Ferraz
Fernando Forte e Rodrigo Marcondes Ferraz são arquitetos formados pela FAU-USP e sócios do escritório Forte Gimenes Marcondes Ferraz (www.fgmf.com.br)quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Decoração vintage
Saiba como dar um toque vintage à decoração da sua casa
A decoração do século XXI tem sido amplamente influenciada pelas tendências posteriores de design de interiores, e entre estas, o destaque é a época que compreende os anos 40 e 50. Muitas pessoas conhecem o estilo deste período por meio da decoração da casa de seus avós ou bisavós, o que dá a este tipo de decoração um ar nostálgico e agradável.Com a utilização de peças de segunda-mão, considera-se que decorar no estilo vintage não exige acabamentos refinados e a busca da perfeição, mas sim uma combinação de itens de estilos variados, inclusive de épocas anteriores aos anos 40 e 50, além de peças herdadas pela família ao longo dos anos.
O vintage surgiu como consequência da segunda guerra. Neste perído, era comum arrumar e consertar pertences e objetos da casa, valorizando então trabalhos com patchwork e crochê na decoração e confecção. Muito do que era produzido era feito a mão e tudo que pudesse ser aproveitado seria.
Para decorar sua casa no estilo vintage, não é preciso gastar muito. Vale a pena conferir bazares, feiras e lojas de antiguidades. Neste caso, não há necessidade de se preocupar se os objetos tiverem sinais de uso de muitos anos, na verdade, é isto que dá às peças todo seu charme.
Aposte nas cores em tons pastel, cores suaves que remetem ao “antigo e usado” – nada muito colorido ou com cores muito fortes. As estampas de flores podem e devem ser utilizadas, especialmente as estampas de rosas, ao escolher itens para decorar sua casa. Uma forma de deixar qualquer ambiente retrô é aplicar papel de parede com estampas florais.
Outros acessórios que complementam a este tipo de decoração incluem toalhas de mesa, almofadas, e tecidos bordados e rendas. Invista nas peças de cerâmica como jogos de bule e xícaras e também os vasinhos com flores para dar ainda mais charme a sua casa. A cozinha é ainda mais fácil de ser decorada; seja com cestas de ovos e objetos em formato de vaquinha e cupcake ou com estampas florais nos aventais e panos de prato.
Um item que é indispensável na decoração vintage é a cristaleira, nela você pode colocar todo tipo de item antigo como bules, caixas estampadas, bonecas de porcelana, objetos herdados da família e telefones ou máquinas fotográficas antigas e vitrolas. Estes armários podem ser reformados se necessário, pintados com cores como rosa, azul ou amarelo claro e depois podem ser lixados nos cantos para dar o toque vintage, podendo decorar salas ou até mesmo quartos.
Vale ressaltar que vintage e retrô são estilos semelhantes, mas tem suas diferenças. Enquanto o vintage se refere à reutilização de peças antigas, o retrô se refere à objetos novos e modernos porém inspirados em outas épocas. O que possibilita, por exemplo, que você tenha objetos do século XXI, como um frigobar, por exemplo, inspirado nas geladeiras antigas.
Uma dica é misturar os dois estilos para compor uma decoração ainda mais rica, misturando objetos antigos – vintage – e objetos novos com inspiração retrô.
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